Esta página tem como
objetivo levar ao conhecimento de todos, a arte, a maravilha de uma alimentação
saudável, que pretendemos mostrar. Um pouquinho da comida que vem sendo
apresentada na Pousada das Cores. |
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O homem tem se tornado
senhor da ciência, da tecnologia... |
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O alimento de hoje tornou-se uma faca de 2 gumes: alimenta mas pode nos matar. Li não sei bem onde, que cada um vive, pensa, imagina e age em função do que come e que isso não consegue fugir das leis da natureza. Daí, talvez, quem sabe, a cultura alimentar explica |
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a atitude de um povo... de um indivíduo... Acredito na mudança desta situação - seu alimento - seu veneno - para o que Hipócrates - grande filósofo grego disse acima em destaque: "Teu remédio pode ser teu alimento - sem interferir no seu cultural alimentar. Por exemplo: uma feijoada mais leve: aferventar seus ingredientes ou retirar o excesso de gordura com suco de limão ou uma dose de vinagre. Legumes também vão muito bem na feijoada (abóbora, batata, cenoura, vagem, cebola...). A farofa pode ser de legumes: beterraba, cenoura, cebola, cheiro verde... Quer dizer, você não viola o direito da tradição culinária brasileira e ganha saúde. Experimente. Viva feliz e sem culpa! |
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A história
da cozinha também teve a participação de personagens que fizeram a nossa
história... |
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Catarina
de Médici era mulher de Henrique II. |
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e econômica desde então. Catarina de Médici foi outra personagem que provocou agito, introduzindo na corte do rei Henrique II, os célebres cozinheiros italianos, autores de lições de culinária, causando disputa entre a nobreza francesa. |
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Neste castelo, situado no Vale do
rio Loire, sul de Paris - conhecido como o "jardim da França", era o palco dos
banquetes da rainha Catarina e suas experiências gastronômicas... A postura do
casal foi herdada pelo rei Francisco I, pai de Henrique, tão logo este chegou da
guerra de muitos anos na Itália. A partir de então, Francisco I, junto com
outros reis, passaram a valorizar a culinária, a elegância, a cultura, a
pompa... |
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À partir daí, a
movimentação dos "mestres-cucas" começou a receber o amparo legal, mais tarde,
resultando em direitos legais reconhecidos até pelo rei Luiz XII, autor de
vários benefícios a estes profissionais. Devido a essa proteção, o rei recebeu o
título de fundador da cozinha moderna - tipicamente francesa. Foi à partir da
revolução francesa que os cozinheiros começaram a receber os benefícios e a
tirar proveito deles, ganhando mais liberdade de "criação culinária". Daí, surge
um modismo entre os grãos senhores da fidalguia, a disputa pelos melhores
profissionais. Era motivo de projeção para famílias ter um cozinheiro de fama
reconhecida. |
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Assim como os condimentos, os chás também foram responsáveis por interferir em outras culturas alimentícias. Exemplo, podemos citar o que ocorreu aqui em Cocais, no período em que o Barão de Cocais era um dos homens mais ricos e influentes da colônia. Nesta época (século XIX) surgiu o chá-da-índia na cultura alimentar dos cocaienses. A dedução é que a erva foi trazida pelas famílias inglesas que aqui chegavam com a intenção de explorar as minas de ouro da região. Eles ficaram em Cocais, porque era uma terra de muita fartura de agropecuária cercada de ouro. |
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A interferência acentuou talvez com a família inglesa do sócio do Barão de Cocais, Edward Keller Oxford. Este, por sua vez, era o responsável pelas transações do Barão com o capital inglês. Dizem que era comum as famílias inglesas tomarem chá na parte da tarde, atitude que veio a incentivar as famílias cocaienses. Tomar o chá com quitandas, principalmente com o biscoito de polvilho, que é tradicional na região. Suas folhas são tenras, sem cheiro e produz frutos com sementes. Alguns filhos de ingleses alegam que era usado em substituição ao chá-preto. |
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Na época (no período colonial) a Índia
era colônia da Inglaterra, portanto deduzimos: os ingleses que aqui moravam e
exploravam as minas de ouro foram os responsáveis pelas plantações deste chá
aqui em Cocais. |
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Em tempos de
FOME ZERO, lançado pelo presidente Lula, é hora de despertamos para a reciclagem e
a valorização do custo econômico. Aqui citamos algumas receitas que já vem sendo
desenvolvidas na POUSADA DAS CORES a alguns anos. Tem agradado, faz bem, é gostoso e
muito prático. |
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Procissão de monges na praça São Marcos - Veneza/Galeria da Academia: G. Bellini |